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DOAÇÃO DE ÂNCORA COM VALOR PATRIMONIAL

16.09.2022

Retirada do rio Minho em 1958, especialistas em arqueologia subaquática dizem tratar-se de um achado excecional com origem no século XVI ou XVII.

 

O auto de doação de uma âncora de barco com valor patrimonial ao Município de Monção foi assinado, no Edifício do Loreto, entre o Presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, e José António Barreto Nunes, juiz conselheiro do STJ, jubilado, em representação de João Luis Cunha de Paços Pereira de Castro e sua esposa Rosa Maria Pinho Roma Pereira de Castro.

 

A âncora foi achada e retirada do rio Minho, próximo da foz do rio Gadanha, em Lapela, no ano de 1958, tendo permanecido, desde então, com todos os cuidados de preservação, no jardim da residência do achador, em Lisboa. Presentemente, encontra-se em Monção à guarda do Município.

 

Encastrada em pedra calcária, a âncora possui uma altura de 2,40 metros e largura de 1,36 metros, entre as duas pontas. De acordo com especialistas em arqueologia subaquática, trata-se de um achado excecional com origem no século XVI e XVII.

 

No âmbito do auto de doação, a Câmara Municipal de Monção responsabiliza-se pela conservação deste inédito património histórico, comprometendo-se a destinar a peça apenas para fins públicos, identificando, em caso de exposição, o nome dos doadores.